29 de julho de 2011

Da utilidade e da responsabilidade dos geradores de fantasias

    Bonecos nas prateleiras, desenhos pintados nas paredes do quarto, no canto, livros de histórias infantis cheios de fadas, fábulas etc. Tudo isso faz parte do mundo infantil, e neste mundo existe uma criança, criando o seu próprio mundo que cresce, ganha e começa a ganhar forma furtivamente. Nesse mundo, leis estão sendo regidas e convicções formuladas. Nesse processo, destaca-se, o encanto quase incondicional a esses elementos, gerando uma certa responsabilidade para quem produz esse universo.

Uma pesquisa publicada na revista Galileu, edição n° 170, de Setembro de 2005, realizada pela Universidade Católica de Pernambuco, mostrou que crianças que tiveram contato com contos de fadas e histórias infantis possuíam ganho na imaginação, na criatividade, e, ao ter contato com o mundo fantástico dos contos, aprenderam a relacionar diretamente o prazer à leitura de livros. O resultado mostra dados relevantes já que as causas são características imprescindíveis para a formação intelectual das crianças. Ainda no mesmo estudo, foi revelado que  essas crianças gostam menos de brincar, assistir filmes e jogar games violentos. O estudo foi realizado com crianças de escolas com diferentes linhas pedagógicas, entre aqueles que não tiveram contato com contos na escola, 70% eram adeptos de jogos eletrônicos violentos, enquanto esse numero era de 30% nas escolas que adotavam os contos de fadas. Além disso, a pesquisa mostrou  que as crianças que tiveram maior contato com os contos também criavam brincadeiras menos violentas.

26 de julho de 2011

Divulgação

Nessa primeira postagem queria dedica de imediato a colegas e amigos que de certa forma estão juntos nessa empreitada, são escritores e artistas que compartilham comigo algumas ideias.


Ilustradores:
Licinio Souza
Talles Henrique
Chairim


Escritores
Franco Junior 
Ronaldo Souza
Leandro reis
Falcon
Hanny
Rafael


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